Avril Lavigne fala ao Hollywood Reporter sobre rotina de viagens durante as turnês

29 jan Avril Lavigne fala ao Hollywood Reporter sobre rotina de viagens durante as turnês

Na última sexta-feira, dia 24, cinco novas fotos da Avril Lavigne, tiradas pelo fotógrafo David Needleman, foram divulgadas na internet. As fotos foram feitas para o site The Hollywood Reporter e vocês podem conferir em nossa galeria, clicando aqui.

Além do lindo ensaio fotográfico, o site publicou uma entrevista feita com Lavigne, onde ela fala basicamente sobre a sua nova turnê, que começa em Osaka, no Japão, no próximo dia 31. Confira abaixo a entrevista completamente traduzida!

Em ensaio para o “Pop Goes The World”, portfolio do THR, a cantora canadense fala sobre o que é essencial em suas viagens, como ela descobriu as câmeras de celular e como é ser o casal mais poderoso da música canadense.
A tecnologia tornou mais fácil para Lavigne, de 29 anos, chegar até seus fãs, mas não há nada como ter os pés no chão. “Eu ainda gosto de ser à moda antiga e ir de cidade em cidade,” diz ela. Para seu quinto álbum auto-intitulado, lançado em novembro pela Epic, Lavigne combinou ambas as técnicas, promovendo-o pessoalmente e fazendo a transmissão de um show para o mundo inteiro. Ela começa uma turnê pela Ásia no dia 31 de janeiro no Japão, o país que abraçou a cantora logo no início.
Durante sua primeira viagem após o lançamento de “Under My Skin”, em 2004, a gravadora lhe avisou para não se preocupar se as pessoas estivessem com os seus telefones para cima. “Nós não tínhamos câmeras em nossos telefones ainda, eles fizeram primeiro,” ela se maravilha.
Lavigne gosta de se apresentar tanto para os tranquilos fãs japoneses, quanto para as multidões chinesas, que são mais barulhentas, mas admite que todo voo é cansativo. “É muito mais difícil e muito mais estressante para o corpo do que uma viagem de ônibus,” diz ela. “Mas o público – e a terapia da variedade – faz isso valer a pena,” diz Lavigne, que já vendeu 35 milhões de álbuns em todo o mundo. “Eu vou acordar para ir às compras no Japão, porque lá é sempre melhor.”
Aparecendo na terceira edição anual de música do TRH, Lavigne fala, durante uma pausa no México com o marido Chad Kroeger, sobre sua próxima turnê asiática, sobre o que é essencial para suas viagens e sobre ser o casal número 1 da música no Canadá.
 
Sua turnê asiática começa no Japão, onde você tem fiéis seguidores desde seu primeiro concerto lá em 2004. Por que você acha que sua música faz tanto sucesso lá?
 
Minha mensagem pros meus fãs sempre foi pra que eles fossem eles mesmos, acreditassem em quem eles são e que assim eles poderiam fazer qualquer coisa. Acho que eles meio que se sentem conectados com isso… Acho que os fãs, internacionalmente falando, realmente vem aos shows pra celebrar e se identificam bastante.
 
Quão diferente são seus fãs chineses dos japoneses?
 
No Japão, todo mundo está sempre em sintonia. Se você pede para que batam palmas, eles batem todos juntos. Se eu começar a pular, todos pularão junto comigo. É bem legal. Na pausa entre as músicas, eles ficam parados e quietos, pois são bem respeitosos. Daí, se você começar uma música mais agitada, eles todos se agitam e, depois, quando você para, eles param também… Na China, quando o show começa, todo mundo vem correndo pra frente do palco, eles tropeçam uns nos outros e é uma bagunça, é uma confusão. É uma loucura.
 
Você entra em uma nova vibe quando está fazendo turnês internacionais e não na América do Norte?
 
Como as turnês são internacionais e são sempre de avião, tudo é muito mais difícil. Curto fazer turnês de ônibus, mas os únicos lugares em que dá para fazer isso são na Europa e na América do Norte. Voar acaba sendo desgastante. É uma coisa diferente quando você está fazendo e desfazendo as malas toda hora e está num hotel diferente em uma nova cidade a cada dia que passa. Quando eu estou num ônibus, eu nem sequer saio, moro nele como se fosse um trailer. Voar realmente requer mais energia, mas vale a pena. Os fãs são incríveis e os shows também.
 
Tem algum país onde você ainda não se apresentou, mas está na sua lista de desejos?
 
Nunca estive em Dubai, mas adoraria ir pra lá.
 
Quantas pessoas geralmente viajam com você?
 
30 a 50 pessoas na turnê. São 30 quando estamos apenas promovendo, que é quando vão só a banda e a equipe. Mas o pessoal que está sempre comigo são minha mãe, meu irmão, segurança, cabeleireiro, maquiador e pessoas assim. Tenho uma mochila da Hello Kitty onde carrego meu computador, minhas anotações e mais algumas coisas. E aí eu geralmente só tenho uma mala. Não viajo com meus instrumentos, eles vão pelos correios geralmente. Nunca quebraram nada.
 
O que você não pode deixar de ter nos voos?
 
Vodca. (Risos) Eu nunca levo nada no avião comigo. Parei de viajar com travesseiros. Tenho minha mochila com meu computador dentro, então, estarei trabalhando ou ouvindo música ou escrevendo-as ou provando roupas. Visto calças justas pretas, moletons e óculos escuros.
 
Você e o Chad formam o casal canadense número 1 da música. Como seus fãs canadenses reagiram ao seu casamento em Julho?
 
Isso é bem interessante, porque eu sinto que recebemos muito amor, carinho e apoio quando Chad e eu noivamos e casamos. Foi bem legal. Acabamos nos casando (na França) no dia do Canadá. Foi esse o dia em que começamos a namorar oficialmente, e como era nosso aniversário, decidimos nos casar naquele dia também. É meio engraçado como tudo aconteceu. No último ano, ele viajou bastante comigo promovendo meu álbum, e, quando o Nickelback faz mini-turnês, eu me junto a eles. Ele virá comigo também em alguns shows da turnê asiática.
 

Tradução e adaptação: Guilherme Granziol – Avril Bandaids Brasil





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